KOMBI CASA ECOLOGICA

kombi

O designer canadense Alexandre Verdier transformou a Kombi em uma moderna casa-ecológica para acampamentos. O veículo é equipado com um motor híbrido (gasolina e elétrico) de 200 hp que emite apenas 160 g de CO2 por km. Outros itens incluem painéis solares no teto (40 watt – 12 volts), GPS para navegação, internet wireless e uma mini-cozinha.

Preço: 69 mil dólares.

Via Verdier

MAQUINA DE LAVAR INTEGRADA AO SANITARIO

washup

Criado pelo design turco Sevin Coskun, um dos participantes da competição “Greener Gadgets Design” é o “Washup”. O produto, que ainda é um mero conceito, integra a máquina de lavar roupas à descarga do vaso sanitário. A água descartada pela máquina de lavar é armazenada em um tanque e reutilizada para dar descarga no vaso santário.

Além disso, como sugere seu inventor, o “washup” traz uma solução para o problema de falta de espaço para a máquina de lavar em residências de tamanho reduzido. Segundo sua descrição, “uma interface especial que inclui três unidades de controle semi-esféricas e dois botões de descarga foi projetada para uma utilização prática do produto”.

mandioca

Durante uma viagem de coleta de plantas na Amazônia o pesquisador Luiz Joaquim Castelo Branco Carvalho, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, de Brasília, conheceu uma variedade de mandioca que em vez de amido tem grande quantidade de açúcares na raiz.. A variedade descoberta pelo pesquisador é na realidade uma mutação genética, guardada e usada pelos índios brasileiros antes mesmo de os portugueses chegarem ao Brasil, para obtenção de bebida alcoólica.

A planta mutante, após um processo tradicional de seleção de variedades e cruzamento com plantas adaptadas a algumas regiões escolhidas para futuros plantios, resultou em uma variedade que dispensa o processo de hidrólise do amido da mandioca para transformação em açúcar e conversão em álcoois, inclusive o carburante para o combustível. “A eliminação da hidrólise do amido reduz em torno de 30% o consumo de energia no processo de produção de etanol de mandioca”, diz Carvalho.

Da variedade, chamada de mandioca açucarada, a raiz é colhida, moída, prensada e o caldo sai pronto para ser usado no processo de produção do álcool, o que a diferencia das outras matérias-primas utilizadas com a mesma finalidade. Pelo processo tradicional de produção de álcool de mandioca é preciso recorrer a enzimas para transformar o amido em açúcar.

A proposta de produzir álcool a partir da mandioca açucarada não significa concorrência com o etanol de cana-de-açúcar, mas sim a possibilidade de ocupar outros nichos agrícolas, como a Amazônia, o Nordeste e o Centro-Oeste. Os resultados de três anos de experimentos apontaram uma produção que variou de 8 a 60 toneladas de raiz por hectare, dependendo da variedade plantada.

Com a variedade testada foi obtido um rendimento de 14 metros cúbicos (m3) de álcool por hectare ao ano. Isso por um processo de fermentação que dura apenas dez horas. Pelo processo convencional de hidrólise de amido da mandioca o rendimento é em torno de 6,4 m3 de álcool por um processo de fermentação que dura cerca de 60 a 70 horas, enquanto o processo tradicional da cana chegou a 8 m3 num tempo de 48 horas.

Uma das características mais marcantes da mandioca é a capacidade de produção, mesmo em condições adversas. Esse comportamento é explicado pela eficiente associação de fungos com raízes da mandioca, conhecida como micorrizas, e pela associação com outros microorganismos fixadores de nitrogênio. A planta também é resistente à falta de chuvas tanto no plantio como durante o período produtivo.

Uma das grandes vantagens para exploração da mandioca como produtora de etanol é que não existe no mundo um país que disponha de tanta diversidade genética dessa planta como o Brasil, porque ela foi domesticada aqui. O amido da planta é uma fonte energética bastante eficiente. Enquanto 1 tonelada de cana produz 85 litros de álcool, 1 tonelada de mandioca com rendimento de 33% de amido e 2% de açúcares pode produzir 211 litros de álcool combustível, mas já existem variedades com 36% de amido.

Porém, os custos de produção da cana são menores se comparados aos da mandioca. O custo da tonelada da cana foi de R$ 37,60 por tonelada na safra de 2005 a 2006, enquanto o da mandioca correspondeu a R$ 84,52 por tonelada no mesmo período.

Via Revista Pesquisa FAPESP

ADRIANA SASSOON PHOTOGRAPHY

A Arte do Reflexo

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Copyright © 2009 ADRIANA SASSOON .All Rights Reserved.

Nova Iorque como , ja sabemos esta localizada no nordeste do país, é a cidade mais populosa dos Estados Unidos e uma das cidades mais importantes e influentes do mundo, já que nela está localizado o principal centro financeiro mundial, bem como a sede da Organização das Nações Unidas.

Sentada na bancada da minha janela, no quarto do meu hotel em Nova Iorque eu descobri a beleza do reflexo.Comecei entao a prestar atencao na riqueza de detalhes de cada imagem refletida. Descobri uma maneira nova de ver as coisas a minha volta.Os predios em Nova Iorque estao entre os mais altos do mundo.Nova Iorque é conhecida mundialmente pelos seus arranha-céus e edifícios espalhados por toda cidade concentrando a maioria deles em Manhattan. Muitos destes altos edifícios são famosos mundo afora. A Flatiron Building, com seus 22 andares, foi um dos primeiros a serem inaugurados em Nova Iorque, em 1902.

Na década de 1930, muitos arranha-céus foram construídos. Primeiramente, o Chrysler Building (77 andares), finalizado em 1930. O Empire State Building (102 andares), um dos principais cartões postais da cidade, foi finalizado em 1931, e é atualmente o prédio mais alto. O Rockefeller Center (72 andares) foi inaugurado em 1940, e possui uma grande praça, famosa especialmente no inverno.A Estátua da Liberdade, montada em 1884, na França, desmontada e transportada em navios, para ser finalmente remontada em Nova Iorque, e inaugurada em 1886. Esta estátua muito comumente era a primeira vista dos muitos imigrantes que chegavam até a década de 1970.

Muitas igrejas são famosas pelo estilo gótico de arquitetura. Entre elas, a Catedral Episcopal de São João, o Divino, a Igreja Católica de São Patrício e a Igreja Riverside.

 REFLECTION By Adriana Sassoon 

Olhando a vida por um outro ângulo, descobrimos elementos novos. A reflexão pode ser em forma de pensamento ou imagem. O momento atual, pede atenção. Vivemos em um mundo totalmente, capitalista. Deixamos de lado a apreciação pelo convívio com amigos e os familiares, e tudo mais a nossa volta passa desapercebido.

A falta de tempo nos obriga a viver quase que roboticamente.As artes clássicas , são de minha preferência. A musica, as pinturas, as esculturas. A natureza, e a maior fonte de inspirarão para as mentes criativas, isso data desde o homem primitivo ate a atualidade.A arquitetura e o carro chefe, na área da criação das artes visuais, a moda e depois o resto. Que tal refletir-mos um pouco a respeito desta questão.Já que estamos em uma sociedade globalizada,e digitalizada.A arte, e uma só e a linguagem de comunicação para todas as áreas do design. O que difere entre uma área e outra sao somente os elementos, materiais a serem usados pelo artista.

RE: think 

RE: evaluate

RE: flect

RE: new

KISS IN BRAZIL

KISS NO CARNIVAL DO RIO
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The Samba school called ‘Salgueiro’ from Rio de Janeiro honored the band KISS…as seen in the image below. The ‘Salgueiro’ was the second school in the Rio parade on Monday 02/23.

2009 RIO CARNIVAL CLIPCheck out this clip of the 2009 Rio Carnival featuring school ‘Salgueiro’ from Rio de Janeiro honoring KISS with their Gene inspired costumes.

http://www.tribunaribeirao.com.br/jornal/index2.php?option=com_content&do_pdf=1&id=980

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A comemoração dos 35 anos do grupo promete ser de muita alegria para os fãs brasileiros. Com datas em São Paulo no dia 07/04 e no Rio de Janeiro no dia 08/04, os ingressos para os shows variam de R$ 170 à R$ 350,00.

A pista para o show de São Paulo está R$ 170, 00, mas haverá uma área VIP que custará R$ 350,00. Estudantes pagam meia entrada.

Os preços dos ingressos para o show do Rio de Janeiro ainda não foram divulgados, mas clientes do Citibank podem adquirir os ingressos pela pré-venda que será realizada na próxima semana, dia 05 de fevereiro. O público carioca, no geral, pode comprar os ingressos a partir do dia 12 de fevereiro.

Da formação original, sobraram o baixista e vocalista Gene Simmons, e o guitarrista e vocalista Paul Stanley.

Junto com os dois membros fundadores estão; o guitarrista Tommy Thayer e o baterista Eric Singer. Segundo informações, todos os quatro se apresentarão devidamente maquiados.

O último concerto do Kiss no Brasil com maquiagem foi em 1983, no estádio do Morumbi.

Logo após a apresentação em 1983, a banda voltou ao Brasil em 1998 para um show em Porto Alegre e São Paulo.

Paul Stanley diz que “fãs não querem novo álbum”

 

Josh B. Wardrop, da revista Panorama, entrevistou o guitarrista e vocalista dos KISS, Paul Stanley, que explicou a posição da banda sobre um possível novo álbum.

Panorama: O que o levou a experimentar a pintura?

Stanley: “Quando era adolescente, estudei na Escola de Arte e Música de Nova Yorke, mas não pintava na altura. Há uns oito anos atrás, quando estava a passar por um dificil divórcio, um amigo sugeriu que eu pintasse, como uma forma de terapia. E realmente vivi as minhas emoções e quis continuar a fazer isso”.

Panorama: Como você descreveria o seu estilo artístico?

Stanley: “É muito pessoal, introspectivo, espontâneo. Eu comparo-o a uma viagem sem mapa. Eu gosto de arte abstracta porque ela atinge as pessoas mais a nível emocional do que analítico”.

Panorama: Existem planos para outras tours dos KISS ou um novo álbum a caminho?

Stanley: “Acabamos de fazer alguns concertos na Austrália e Nova Zelândia, e em três semanas estaremos a caminho da Europa. Os KISS estão vivos e prontos para para cegar e arrasar com vocês!. Um novo álbum? Perguntaram-nos sobre isso, mas sabemos que os fãs não querem novo material. Eu poderia fazer um ‘Let It Be’ e as pessoas diriam: ‘Fixe! Mas toca ‘Love Gun”. E estamos felizes assim”.

Panorama: Por que os KISS não entraram para o Hall da Fama do Rock?

Stanley: “Porque os responsáveis fazem parte do que chamamos de ‘Máfia da Música’ e as opiniões deles não refletem as opiniões dos fãs de rock em geral. Infelizmente, é uma coisa vergonhosa que tem um nome oficial”.

 

 

 

 

 

 

 

TAKASHI FUKUSHIMA

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TAKASHI FUKUSHIMA

Formado em arquitetura pela FAU/USP, também freqüentou a Universidade Nacional de Arte e Música de Tóquio, com bolsa concedida pela Fundação Japão. Nas artes plásticas, iniciou-se com o pai – Tikashi Fukushima – e estudou com Luiz Paulo Baravelli. Expõe individualmente desde 1971, quando apresentou seus trabalhos na Opus Galeria de Arte (São Paulo). Das diversas exposições coletivas das quais fez parte, destacam-se as Bienais Internacionais de São Paulo (1973 e 1975 [Prêmio Aquisição]), as várias edições do Salão Paulista de Artes Plásticas (premiado em 1976 e 1987), a I Bienal do Design (Curitiba, 1990, Prêmio de Excelência) e VI Prêmio Museu da Casa Brasileira (São Paulo, 1991, Menção honrosa). Além das artes plás-ticas, concebeu cenários para peças teatrais com os quais ganhou diversos prêmios (Mambembe, Molière e Revelação do Ano [1987], concedido pela APCAO

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CLAUDIO TOZZI

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Claudio  Tozzi

Claudio José Tozzi (São Paulo SP 1944). Pintor. É mestre em arquitetura pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo – FAU-USP. Em suas primeiras obras, o artista revela a influência da arte pop, pelo uso de imagens retiradas dos meios de comunicação de massa, como na série de pinturas Bandido da Luz Vermelha (1967), na qual remete à linguagem das histórias em quadrinhos. O artista trabalha com temáticas políticas e urbanas, utilizando com freqüência novas técnicas em seus trabalhos, como a serigrafia. Em 1967, seu painel Guevara Vivo ou Morto, exposto no Salão Nacional de Arte Contemporânea, é destruído a machadadas por um grupo radical de extrema direita, sendo posteriormente restaurado pelo artista. Tozzi viaja a estudos para a Europa em 1969. A partir dessa data, seus trabalhos revelam uma maior preocupação com a elaboração formal e perdem o caráter panfletário que os caracterizava. Começa a desenvolver pesquisas cromáticas na década de 1970. Nos anos 80, sua produção abre-se a novas temáticas figurativas, como é possível observar nas séries dos papagaios e dos coqueirais. Apresenta também a tendência à geometrização das formas. Na realização dos quadros utiliza um rolo de borracha de superfície reticulada, o que agrega novos aspectos às suas obras, como textura e volumetria. Passa a realizar trabalhos abstratos, nos quais explora efeitos luminosos e cromáticos. Cria painéis para espaços públicos de São Paulo, como Zebra, colocado na lateral de um prédio da Praça da República e outros ainda na Estação Sé do Metrô, em 1979, na Estação Barra Funda do Metrô, em 1989, no edifício da Cultura Inglesa, em 1995; e no Rio de Janeiro, na Estação Maracanã do Metrô Rio, em 1998.

 

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Claudio José Tozzi (São Paulo, 1944- ). Painter. Holder of a Masters’ Degree in Architecture from the Faculty of Architecture and Urban Planning of the University of São Paulo (FAU-USP). In his first works, the artist revealed the influence of Pop Art, through the use of images taken from the mass media, as in the series of paintings Bandido da Luz Vermelha [The Red Light Bandit] (1967), which referred to the language of comic strips. The artist worked with political and urban themes, often using new techniques in his works, such as serigraphy In 1967, his panel Guevara Vivo ou Morto [Guevara Alive or Dead], exhibited at the National Salon of Contemporary Art, was destroyed with blows from an axe by a radical far right group, being subsequently restored by the artist. In 1969, Tozzi went to study in Europe. From this date onwards, his works revealed a greater concern with formal elaboration, losing the pamphlet character which characterised them. During the 1970s, he began to develop chromatic researches. During the 1980s, his output opened to new figurative themes, as may be observed in the series of parrots and coconut groves. He also showed a tendency towards the geometrisation of his forms. In executing his canvases, he used a rubber roller with a netlike surface, which added new aspects to his works, such as texture and volume. He began to realise abstract works, in which he explored luminous and chromatic works. He created panels for public spaces of São Paulo, such as Zebra, placed on the side of a building of Praça da República, as well as others at the Sé metro station, in 1979, the Barra Funda metro station in 1989, the   Cultura Inglesa [British Council] building in 1995; and the Maracanã metro station in Rio de Janeiro, in 1998.

 

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http://www.art-bonobo.com/claudiotozzi/tozzi.html

Uma nova paisagem para São Paulo

Lei possibilita um novo olhar à cidade, agora com bem menos interferência publicitária. Isso é bom ou ruim?

 

Lei Cidade Limpa, em vigor na capital paulista desde janeiro deste ano, tem contribuído não só para a regularização da propaganda exterior mas, principalmente, para uma questão que há anos não se via na cidade de São Paulo: a sua paisagem natural e os elementos que compõem o cenário urbano.

O prazo para adequação dos anúncios indicativos das fachadas (aqueles que têm a função de identificar os estabelecimentos comerciais) terminou em 31 de março e hoje já é possível notar a diferença.

Livre de painéis, faixas e cartazes, agora quem passa pela cidade pode contemplar prédios históricos, praças e monumentos tais como foram concebidos e, com isso, renasce uma nova relação com a cidade, bem mais pessoal e afetiva, já que a propaganda em excesso escondia as peculiaridades de cada bairro. Além disso, a retirada das faixas e placas revelou muros e fachadas carentes de manutenção e pintura, que já passam por transformações.

De acordo com o professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU/USP) e coordenador do núcleo de pesquisas do Laboratório da Imagem e Comunicação Visual (Labim) da USP, Issao Minami, essa lei veio para instaurar uma ordem onde já não havia mais regras. “Em São Paulo havia cerca de um milhão de anúncios publicitários e, desse total, apenas cerca de 60 mil constavam no Cadastro de Anúncios (Cadan).

O certo seria cada anúncio ter seu número de registro, o que acabava não ocorrendo na prática” explica o professor.

Ainda de acordo com Minami, a medida radical – de proibir
todos os anúncios das fachadas dos comércios e outdoors – foi tomada para que a organização comece a partir da estaca zero. “Como é que você vai legislar sobre algo que está completamente ilegal. Por isso é que foi decidida a proibição de propaganda no espaço aéreo da cidade”, completa Minami.

Já para o consultor de Imagem de Marca da BBN Brasil e da Rede BBN Mundial, Augusto Nascimento, a medida vem causando um grande prejuízo à cidade. “O prejuízo financeiro é gigantesco para o comércio, para aqueles que estão tendo que tirar as placas e que não sei se terão dinheiro
para colocar outras placas menores nesse momento. Estou vendo milhares de buracos nas paredes, de onde foram tiradas as placas. A cidade ficou muito feia, perdeu vida”.

Polêmica

A lei tem causado muita polêmica, principalmente entre os profissionais da área de comunicação, que não vêem a determinação com bons olhos. Nascimento defende que a comunicação visual não é só propaganda, mas também informação e prestação de serviço e, sem as placas, será mais difícil as pessoas se localizarem e encontrarem os seus destinos. “A prefeitura está prestando um desserviço.

Agora, o cidadão deve estar tentando achar a loja que sabia onde ficava e já não sabe mais porque o prefeito fez sumir as placas. Esse vai botar o carro na rua e, não vendo a placa, vai errar o caminho.

Vai gastar mais combustível e vai causar mais congestionamento nas ruas. Quem vai pagar pela perda de tempo das pessoas e pelos seus custos de gasolina?”, defende.

Males à saúde

Por outro lado, o excesso de placas, painéis, cartazes, cavaletes, faixas, banners, totens, outdoors, back-lights, front-lights, painéis eletrônicos e painéis televisivos pode afetar diretamente o psicológico das pessoas, sem que elas percebam. Assim como os demais tipos de poluição, a poluição visual também causa males à saúde, tais como stress, fadiga, ansiedade, podendo até
mesmo propiciar o início de um processo de depressão.

Isso ocorre porque a superexposição de imagens, dispostas tanto no espaço terreno como no aéreo, exige um esforço muito maior na decodificação das mensagens. “Existe um efeito psicossomático chamado estresse visual que, sem dúvida afeta os sentidos, o bem estar e o equilíbrio emocional de maneira quase que direta” explica Minami. Augusto Nascimento defende o contrário. Segundo ele, São Paulo é uma cidade que necessita de um alto nível de redundância em comunicação visual, para a própria funcionalidade e redução do stress de sua população.

“O urbanismo do século XXI exige mais intensidade de comunicação e não menos, como quer o prefeito”.

Contribuição

A participação da sociedade, organizada em grupos, pode ser decisiva na mudança do cenário urbano.

A Associação dos Moradores e Amigos do Pacaembu mostrou que uma ação bem organizada pode surtir em resultados satisfatórios. A convite da própria associação, professores da FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP) analisaram o caso da publicidade na avenida Angélica e constataram que havia um exagero nas propagandas, que atrapalhavam a visão não só de quem
passava pela avenida, mas também dos moradores dos prédios. Sendo assim, as empresas que tinham anúncios exagerados na avenida concordaram em adaptar seus luminosos e totens para
modelos mais adequados.

Ainda assim, na opinião de Minami, para que a cidade fique realmente livre dos exageros, não basta estabelecer novos critérios de fachada. Os próprios comerciantes e publicitários devem ter consciência do que é realmente adequado à divulgação do estabelecimento, respeitando as características da região e, principalmente, as pessoas que vivem no entorno. “A lei estabelece um limite máximo para as placas, no entanto, os comerciantes e publicitários sempre optam pelo máximo.

É necessário que a escolha parta de uma questão ética, para que tanto a paisagem como as pessoas não sejam prejudicadas”, afirma Minami.

Extensão

Em Santo André, existe um projeto de lei semelhante ao adotado em São Paulo, que visa estabelecer critérios com a preocupação de melhorar o visual da cidade. Apresentado pelo executivo, o projeto ainda está na câmara dos vereadores, aguardando a análise das comissões. Caso haja aprovação, a lei limitará o tamanho das inserções publicitárias nas fachadas de lojas e empresas, delimitará locais para instalação de outdoors e proibirá cavaletes nas calçadas, propagandas em viadutos, monumentos e bens tombados, além de panfletagem nas ruas.

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FUCSIA

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Copyright © 2009 ADRIANA SASSOON .All Rights Reserved.

O nome fucsia deriva do apelido do cientista Leonhart Fuchs que descobriu fucsia-0241flores que apresentam essa tonalidade. No mundo da moda a primeira criadora a utilizar este tom foi Elsa Schiaparelli, uma reconhecida estilista italiana que durante as duas guerras mundiais dominou, juntamente com Coco Chanel, a indústria da moda, tornando-as eternas rivais. A colaboração da italiana com artistas surrealistas como Salvador Dalí marcou a sua carreira, deixando para a posteridade pérolas como um vestido gigante com uma lagosta impressa ou ainda um chapéu gigante em forma de sapato. Chanel dirigia-se a Schiaparelli como “a artista italiana que faz umas roupas”. Yves Saint Laurent considerava-a e ao seu rosa-choque “uma provocação”. Actualmente, em termos cromáticos, a grande herdeira da irreverência de Schiaparelli é a espanhola Agatha Ruiz de la Prada. A criadora, conhecida como a fada fucsia, adora a tonalidade “porque é a cor das meias dos toureiros, ainda que seja anti-touradas”, confessou.Porque o fucsia não é um mero rosa, nem é um lilás, porque foi preciso um pouco de arte e de ciência para que esta cor existisse, aqui estou.

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Karla Montenegro de Meneses & Adriana Sassoon

 

http://www.fucsia.com.br/

* PROJETO DE DECORACAO DE VITRINE, ARRANJOS E FOTOS.By ADRIANA SASSOON