BAD GIRL HAIR

Jenna Malone at the Los Angeles Special Screening of "The Ruins" on April 2, 2008 at the Arclight Theater in Los Angeles

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Vidal Sassoon Hair Revival

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The Quant: Sixties designer Mary Quant’s slick pageboy cut was a variation on Vidal Sassoon’s classic angular bob.There were other mod idols, too. Learn more about Mary Quant, a fashion designer who claimed to have invented the miniskirt. She and her husband were a driving force behind 1960’s “Swinging London.”

 

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The Twiggy crop: The original supermodel was hailed as the face of 1966 when she went for a super-short boyish cut.

Twiggy really only had one look, but she took it very seriously. Although the mod fashion movement got its start in 1950’s London, it’s Twiggy who is frequently remembered as the face of mod.  Mod fashion was streamlined and bold, definitively minimalist. Look for geometric patterns, startling colors, and hemlines cut well above the knee.With her short-cropped mod hairstyle, neat side-part, and long, dark lashes, Twiggy epitomized the streamlined grace that so many mod kids exalted.

Twiggy’s fellow model Peggy Moffitt popularized the austere “five point” Vidal Sassoon haircut, the moddest mod hairstyle there ever was.

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Forget Twiggy: American model Peggy Moffitt is one of the most iconic faces of 1960’s mod fashion. The actress-turned-model, who became muse to designer Rudy Gernreich, redefined the high fashion look of the era. Her Japanese Theater-inspired makeup and signature hairstyle came to represent the strengthening bond between pop art and fashion.Moffitt started modeling when she began dating photographer William Claxson, whom she later dated. Unconventionally beautiful, Moffitt’s symmetrical, almost cartoonish face redefined the qualities sought in fashion models, paving the way for superstar Twiggy.Moffitt and Gernreich continue to influence the fashion world, despite Gernreich’s death in 1985. Moffitt’s look remains popular in the haute fashion world, and several vintage Gernreich designs were redistributed under the Japanese label Commes des Garcons in 2003. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

AS BAD GIRLS ESTAO  DE VOLTA

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Depois das bonitinhas de plantão, o estilo atrevido e descolado das rebeldes sem causa faz sucesso novamente entre as celebs. O único probleminha é que, vez ou outra, elas perdem o rumo e exageram na dose.Elas não param de causar. Escândalo, sensação, rebeldia. Para o bem e para o mal. Abusam das mordomias, beijam mulheres na boca, se enchem de remédios, caem bêbadas em seus carros luxuosos, mas não saem das primeiras páginas de jornais, revistas e sites de celebridades. Agora atire o primeiro piercing quem não adora uma personalidade ousada, interessante, desafiadora e ainda por cima estilosa.

O motivo mais provável dessa atração é que, em parte, acabamos nos reconhecendo nessas bad girls. Isso porque não existe alguém que num dia difícil da vida não tenha desejado chutar o pau da barraca. Bernardo Jablonski, psicólogo e professor da PUC do Rio de Janeiro, explica que só não botamos isso sempre em prática porque pensamos no que os outros – o que inclui mãe, namorado, polícia, amigos, vizinhos – vão pensar. “Então, refreamos nossos desejos e nos satisfazemos assistindo ao desempenho dos outsiders, admirando e invejando quem ousa nadar contra a corrente”, diz.Amadas a distância e geralmente odiadas por quem está por perto, as bad girls que mais nos fascinam são as que têm algum talento para mostrar. Correm riscos, se expõem, mas acreditam no que fazem. E dão o seu recado. A seguir, algumas rebeldes de hoje e outras que já fizeram história.  Regina Valadares

1930 MARQUESA LUISA CASATI
A aristocrata italiana ficou conhecida na belle époque por andar nua sob seu casaco de pele. Acompanhada por um par de lulus com coleiras de diamantes, frequentou a nata da sociedade europeia. Seus empregados a serviam nus, com uma folha de ouro tapando as partes íntimas. Foi musa de artistas e designers e ainda hoje inspira a marca Marchesa.

1970 VIVIENNE WESTWOOD
A estilista inglesa não inventou o rock, mas foi quem melhor o vestiu. Seu estilo inteligente, anarquista e nada convencional é revolucionário. Aos 67 anos, ela é a avó de todos os movimentos que propõem mais e mais liberdade. Não existe nada mais inspirador do que uma mulher que se recusa a sucumbir, não importa a idade. E continua a inovar.

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1980 MADONNA
Quanto é marketing e quanto é verdade, não importa. O fato é que ela é um símbolo sexy há 20 anos. Fez fotos eróticas, filme sexy, filme sério, teve filhos, casou, descasou e criou um estilo. Crucifixo, sutiã em forma de cone, chapéu de caubói, ela reinventa a moda e se reinventa. E, aos 50 anos, continua inteirona!